Posso começo e vou falar
Estranho mistério que não consigo explicar
Assim aos anjos no meu ouvido a soprar
Parastes-me com teu estreito olhar
Estranho mistério não quero contar
Apenas no teu quintal eu quero morar
Ao dia o sol é quem me ilumina, à noite a lua é quem vem
És a minha estrela guia, nas galáxias do meu além
Olhando os montes viajando no céu
Cruzando as pontes do azul infinito do meu papel
O teu doce amor ficou na memória
O teu suave calor ficou na história
A o horizonte nunca esquecerei
Todos os caminhos curtos, longos que te encontrei
Para Allyne Sandra
Recife, 01 de Janeiro de 2009
Nenhum comentário:
Postar um comentário